SEMANA DE 12/09/2016 À 16/09/2016
4º ANO
5º ANO
O Pleito
Luís Fernando Veríssimo
Como era
época de eleição, a professora decidiu fazer um pleito simulado na sala de
aula. Não, André pleito não é o que pleru tem na frente. Atenção aula. Para uma
eleição é preciso...
_Saco.
_Acabava
com o colégio.
_Não
assopre, André. Fale Carlos Eduardo
.
.
_Dava
dinheiro pros pobres ahn... construiria mais hospitais, mais escolas e uma
sorveteria lá perto de casa.
_Carlos
Eduardo, um candidato não pode penar nos seus interesses. Tem de pensar nos
interesses de todos. Mas está bom o seu programa de governo. Melhor
distribuição de renda, mais atenção à saúde e à educação. Ótimo. E você Rita?
_Não
precisa subir na mesa. Fale do chão mesmo.
_Meus amigos! Se eleita,
resolverei todos os problemas do
Brasil!
_Como,
Rita? Você tem que ser mais específica.
_Eu ainda
não tenho um plano, mas na hora me dá um estalo. Eu sei que dá.
_Muito
bem. A Rita é o tipo de candidato que não tem um programa e em quem você confia
ou não confia. Vocês é que vão decidir. E você, Otávio? Faça seu discurso.
_Brasileiros
e brasileiras!
_André
fique quieto. O Otávio, André!
_Bom eu
representarei vocês no governo. O que vocês quiserem eu farei.
_O Otávio
é outro estilo de candidato. Então vamos ver. O Carlos tem um programa de
governo, a Rita diz que ela, na hora resolve tudo, e o Otávio diz que fará o
que pedirem. Vamos votar. Cada um escreve neste papelzinho o nome do candidato,
depois coloca nesta caixa. André, distribua os papeizinhos, por favor. Se isto
fosse uma eleição de verdade estas seriam cédulas, e isto, uma urna. Cada um
vota de acordo com as suas convicções.
_Como se
escreve “MacDonalds”?
_Isso é
sério, André. Vamos ver quem ganha.
_Primeiro
o Otávio, segundo a Rita, terceiro o Carlos Eduardo.
_Como é
que você sabe, André?
_Fiz uma
pesquisa enquanto distribuía os papeizinhos.
_Podem
parar de votar.
_Porque,
professora?
_Não tem
mais graça.
Todos
concordaram que as pesquisas estragam tudo e ninguém falou com o André pelo
resto do dia. Apesar de ele acusar todo mundo de ser contra a ciência
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3-Interpretação
do texto
. Quem
participa da história?
. O que
acontece na história?
. Quem
conta a história?
. Onde a
história se passa?
. Quando
essa história se passa ou é contada?
. É um fato que acontece na vida
real?
5-Gênero
literário:
A crônica
enquanto estilo literário: Ligada à vida quotidiana; Narrativa informal,
familiar, intimista; Uso da oralidade na escrita: linguagem coloquial;
Sensibilidade no contato com a realidade; Síntese; Leveza; Diz coisas sérias
por meio de uma aparente conversa fiada; Uso do humor; É um fato moderno: está
sujeita à rápida transformação e à fugacidade da vida moderna. Enfim, é uma
história do dia-a-dia, com uma pitada de humor, transformada em textos
maravilhosos aí, o humor faz com que fique mais interessante.
Essa é
uma característica bem marcante do Luís Fernando Veríssimo
Gramática: o professor vai usar o texto
para trabalhar; pontuação ( no diálogo, por exemplo) e os aspectos gramaticais
já em desenvolvimento.
Reconto -colocar em discussão as
atividades, enfatizando a sua importância:
2ª Aula – Tema Transversal – Cidadania: direito de escolher seus governantes
2ª Aula – Tema Transversal – Cidadania: direito de escolher seus governantes
CONSTITUIÇÂO DO BRASIL: ”ART
14”
(BRASIL, 1988).
“Art.
14. A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto
direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei, mediante:
|
Atividades:
1- A Constituição do Brasil – em seu artigo 14 –
oferece as informações acima. Veja e responda as questões abaixo:
a) Qualquer pessoa pode ocupar o
cargo de prefeito ou existem restrições?
b) Quem pode votar para prefeito e
vereador?
c) Que restrições são feitas aos
analfabetos? Por que se diz que ele não é um cidadão pleno?
d) Qual a idade mínima para uma
pessoa se candidatar aos cargos políticos?
e) Quais são as condições para uma
pessoa se tornar elegível?
f) O que é voto facultativo e que
pessoas se beneficiam dessa lei?
|
Subsídio ao professor:
Conceituar cidadania e democracia– na linguagem que os alunos possam identificar no seu papel na sociedade.
“...o exercício da cidadania compreende a totalidade dos direitos que o indivíduo tem de desempenhar nas mais diversas funções no tecido social, do ponto de vista individual e social. No cotidiano de cada um, seja criança ou adulto, o conhecimento dos direitos, o reconhecimento dos deveres, a adesão legítima às riquezas das necessidades (mesmo as sociais, culturais e políticas) garantem o princípio de liberdade de cidadania. Isso confere ao cidadão o direito de escolher seus amigos, brinquedos, diversão, o seu emprego, a mulher com quem vai se casar, o número de filhos, o médico que ele vai frequentar, o partido político ao qual vai aderir, as concepções de Estado e sociedade para as quais vai destinar o seu voto, o lugar que ele vai ocupar na sociedade.”Paulo Freire (2007b, p. 30-31):
A educação para a cidadania, deve ser resultante de uma consciência crítica de um sujeito ativo e participativo na vida social com suas leis, deveres e concepção de sujeitos, o que implica aprender a viver a cidadania. e a compreensão da organização política do país –Legislativo, Executivo e Judiciário ( resumir as funções dos três poderes) – como tema impulsionador para uma formação crítica e compreensiva da cidadania imbricada nessa organização, tendo como base a vivência social desses poderes, viabilizadas para crianças do ensino fundamental. Essa proposta visa contribuir com o desenvolvimento intelectual, social.
Democracia
Democracia – Democracia representativa onde o povo delega seus poderes por meio de eleições;
1-O professor iniciará a aula fazendo alguns questionamentos, tais como:
- O que vocês acham que significa democracia?
- O que vocês já ouviram falar sobre democracia?
- Quando podemos dizer que um país é democrático?
- O Brasil é um país democrático?
- Vocês já ouviram falar em cidadania, “ser cidadão”, qual seria a ligação da democracia com a cidadania?
- Registrar o que os alunos já sabem e procurar direcionar os conteúdos objetivando esclarecer o que ainda não compreendem bem, ou o que gostariam de saber mais.
Fonte de pesquisa:
Fonte
Veríssimo, Luís Fernando. O santinho. Apresentação Maria Clara Machado. Rio de Janeiro.Objetiva,2001
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 36
ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2007ª.
RODRIGUES, Neidson. Da mistificação da escola a escola necessária. 8 ed. São Paulo:
Cortez, 1998.
MEC – Parâmetros Curriculares Nacionais – Temas transversais
Fonte
Veríssimo, Luís Fernando. O santinho. Apresentação Maria Clara Machado. Rio de Janeiro.Objetiva,2001
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 36
ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2007ª.
RODRIGUES, Neidson. Da mistificação da escola a escola necessária. 8 ed. São Paulo:
Cortez, 1998.
MEC – Parâmetros Curriculares Nacionais – Temas transversais
http://soatividadesparasaladeaula.blogspot.com.br/2012/08/projeto-pedagogicoeleicoes-municipais.html
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